Caminhoneiros planejam nova greve no dia 1 de novembro

Mais uma vez estamos diante da organização de uma paralisação nacional do transporte de cargas no país. Líderes de entidades do setor realizaram duras críticas ao atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. 

As pautas relacionadas à nova paralisação são compostas por: cumprimento do valor mínimo do frete rodoviário, aposentadoria especial para a categoria aos profissionais com mais de 25 anos de trabalho e a mudança na política de preços da Petrobras para os combustíveis, a fim da redução da flutuação do diesel. 

No entanto, o governo federal não vê o movimento como uma ameaça levando em consideração que desde 2018 já ocorreram 16 tentativas de paralisação que não foram bem sucedidas. 

Os líderes de algumas entidades de caminhoneiros planejam “subir o tom”. “Serei o primeiro (a parar em 1º de novembro)”, disse o presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, conhecido como Chorão, um dos organizadores do movimento.

Mas o que aconteceu com o apoio da categoria ao Governo Federal?

No último dia 7 de Setembro presenciamos um grande apoio dos caminhoneiros em relação às manifestações apoiadas pelo Presidente Jair Bolsonaro. Porém, segundo Chorão, o movimento não é contra ou a favor da gestão, ficando de fora de questões partidárias.

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